segunda-feira, 28 de junho de 2010

Férias

Estou a beira da piscina... Mas não me apetece estar aqui. Vinha com intenção de ganhar rumo, mas não consigo deixar de pensar em ti. Tenho esperança que um dia isso acabe e voltemos a ter pelo menos o que tínhamos antes, aquela amizade colorida sem futuro, deixa-me triste saber que o que nos resta são cinemas, cafezinhos e um chocho como cumprimento. E mesmo isso vai durar ate quando?
Passo os dias na ansiedade de saber se quando voltar se já nem isto teremos.
E se tivermos, que e que vai acontecer quando fores de ferias com ela?

Preciso de ajuda urgente, não tenho ninguém.

Já não tenho paciência de aturar a Rita. Sinto-me cada vez mais só.

Diz-me o que o que tenho de mudar para sentir de forma diferente?



quarta-feira, 23 de junho de 2010

É isto

Há coisas que só uma relação longa, estável e sólida traz. A intimidade. Ontem tive um momento que me marcou.

O meu marido anda, com o alto patrocínio do trabalho que tem, com um ombro lixado. Ontem, onze e tal da noite, ele deitado, eu a pôr-lhe um saco quente no ombro, depois a massajá-lo com Voltaren, depois a ajeitar-lhe o lençol para dormir. Eu, de pijama (parte de cima descombinada da de baixo, que eu não aguento as calças de um pijama nem a camisola do outro), meias a prender as calças, cabelo amarrado num rabo-de-cavalo mal feito. Sexyness? Zero.

Mas sei que ele me ama. Sei que não me troca por nada. Sei que é comigo que se sente bem. Não se importa que eu esteja mais gorda, mais magra, de cabelo mais curto ou mais comprido. Não se importa de me ver com a maquilhagem por tirar nem de pijama vestido, na tal figura que descrevi. E isso eu nunca tive com mais ninguém. Nunca me senti à vontade com mais ninguém para ser eu, para estar confortável em casa, para não pensar no que o outro iria pensar. E isto não é desleixo. É intimidade. Desleixo seria se eu só andasse assim. Não é, de todo o caso (ainda ontem, ao chegar a casa, ele tratou de elogiar o vestido que eu tinha posto). Chegámos (há muito tempo, não é de agora) àquele ponto em que a outra pessoa é parte de nós, em que, não sendo nós apenas uma pessoa, somos um do outro como de mais ninguém. E a isto também se chama felicidade.”

Foi ela que escreveu isto e tirando a parte “Mas sei que ele me ama. Sei que não me troca por nada. Sei que é comigo que se sente bem.” é assim que me sinto ao pé de ti, comodismo? Não sei, a verdade é que tenho medo de nunca mais o vir a sentir por ninguém.

segunda-feira, 21 de junho de 2010

A diferença...

Devia deixar-te ir... Mas não consigo, podia dizer que era para evitar sofrer, mas isso não e assim tão linear, desde que me comecei a aperceber-me que algo não estava bem, que passo os dias com um no na garganta, desde sexta que sempre que estou sozinha choro, não consigo parar a dor e tão grande. Devia deixar-te ir mas não consigo, e passo os dias a chorar e a pedir que voltes para mim. Não vais voltar, e ainda te vais afastar mais, estas na fase da descoberta e eu sei como és com um brinquedo novo. Mas eu quero ter esperança que isso vai acabar rápido.

quinta-feira, 17 de junho de 2010

A mentira

Hoje descobri que me mentiste. A dor é indiscritível, de repente fiquei sem chão. Já desconfiava, mas ter a certeza foi muito difícil.

Continuo sem conseguir tirar da cabeça que conheceste outra pessoa. Será? A minha cabeça e um turbilhão de ideias. No carro a caminho de casa planeava como terminar tudo, quando cheguei determinei-me a ignorar o assunto e seguir a minha vida sem lhe dar importância. Estou urgentemente a precisar de uma solução, nao sou feliz, não compreendo porque és assim.

terça-feira, 8 de junho de 2010

Hoje é o dia…

 

Hoje decidi esperar. Esperar pela tua mensagem, esperar que te lembres de mim. E sofrer o dia todo se for preciso à espera de uma migalha tua. Sei que vais acabar por ligar, lembrar e que nessa altura tudo vai passar, a angústia, a ansiedade. Até lá abro 1000x as janela do MSN, a ver se ainda estás lá, olho para o telemóvel vezes sem conta… e espero. Quanto tempo me farás esperar?

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Tenho um problema...

É verdade... Eu assumo, o meu problema e na realidade um conjunto deles. Sei o que estaria certo fazer, mas não tenho coragem, nos dias bons digo que a falta de coragem é por causa do amor que sinto por ti, nos dias maus não acredito no amor, só na dependência. Em dias como hoje, mais ou menos, tem horas, ainda há menos de meia hora fazia uma história erotica connosco e agora a ansiedade apoderou-se de mim e não consigo deixar de pensar que não temos futuro, nem desta forma nem de nenhuma :(